Um computador quântico chinês pode executar tarefas de Inteligência Artificial (IA) 180 milhões de vezes mais rápido do que o supercomputador convencional mais poderoso; um computador quântico da Google resolveu em 200 segundos um problema que um supercomputador clássico levaria 10.000 anos para solucionar.
Os processadores convencionais utilizam bits, ou seja, processam as unidades de informação (dados) a partir dos estados 0 ou 1; os quânticos operam em qubits, valendo-se das propriedades denominadas superposição e entrelaçamento: superposição é a capacidade de uma partícula (um bit, no caso) estar em
múltiplos estados (0 ou 1) ao mesmo tempo, até que ela seja medida; entrelaçamento (ou emaranhamento) ocorre quando duas ou mais partículas se tornam ligadas, mesmo estando distantes.
Isto significa que: os bits (dados) podem estar tanto no estado 0 quanto no estado 1, ou em ambos simultaneamente e ligados. A capacidade de um qubit de estar em múltiplos estados (superposição) e de se interligar com outros qubits (entrelaçamento) é o que permite que os computadores quânticos realizem cálculos que são muito mais eficientes e poderosos do que as máquinas clássicas.
Inúmeros países, inclusive o Brasil, estão dedicados à pesquisa da computação quântica, desde o desenvolvimento de equipamentos (hardwares) até aplicações em aprendizado de máquina (softwares) e criptografia (escrita cifrada). Os projetos mais avançados encontram-se na China e nos Estados Unidos da América, contemplando inclusive o estabelecimento de redes planetárias dessas máquinas.
Ao contrário da computação convencional, a quântica não será instalada em laptops, ou mesmo em computadores de mesa; seus recursos ficarão hospedados em instituições acadêmicas e empresas privadas, onde poderão ser acessados por meio de um serviço de nuvem.
Esse sistema global não substituirá a computação binária, nem a internet que conhecemos, mas criará uma rede de internet que poderá ser usada para resolver tipos específicos e complexos de problemas.
Os cientistas acreditam que ela será particularmente útil para questões que envolvem muitas variáveis, como análise de risco financeiro, criptografia de dados, estudo de propriedades de materiais, novos tipos de medicamentos, novos materiais para células solares, baterias e outras tecnologias hoje apenas especuladas.
É
preciso esclarecer que a física quântica ainda se encontra em
desenvolvimento; ninguém pode assegurar que entende perfeitamente o seu
funcionamento e sua utilização computacional, mas é necessário que desde
já atentemos para os impactos civilizacionais desse
novíssimo mundo que está batendo à nossa porta.
Se hoje tememos o potencial perverso da Inteligência Artificial — e corremos para estabelecer o regramento planetário de seu uso —, podemos projetar o que poderá vir a ser a IA associada à computação quântica, à robótica avançada e às ideologias totalitárias que têm se (re)estabelecido no mundo.
Defino-me, nos melhores momentos, como um pessimista esperançoso, mas não posso e não devo ignorar os sinais que estão postos: muito além de ideologias, o que está em jogo neste momento é a disputa pelo domínio da Terra.
O grupo de 1% que detém as riquezas do mundo está empenhado, full time, em transformar este planeta em seu habitat exclusivo. Ninguém é idiota. Esses indivíduos sabem que o equilíbrio da vida está por um fio, mas apostam que eles serão os eleitos, os que terão lugar numa nova Arca de Noé.
E não só apostam. Eles verdadeiramente operam, através de seus prepostos, para que assim venha a ser. Com a normalização de genocídios entre povos e dentro de países; com a negação da emergência climática; com o desleixo na vigilância contra pandemias (em grande medida decorrentes da corrupção dos ecossistemas); com a inoperância no combate à fome; com a repressão às ondas migratórias geradas pelo seu próprio sistema de exploração neocolonialista; com o fomento a guerras nucleares delimitadas, entre outras ações coordenadas.
Não, não nos iludamos. Não há um centro de comando nesse processo, uma 'federação do mal' a ser combatida e heroicamente destruída; não estamos num filme e muito menos mergulhados numa matrix. As ações são coordenadas porque se trata de uma ideia em movimento. Uma ideia "humana, demasiadamente humana".
[As informações sobre computação quântica foram coletadas da internet, com a utilização de Inteligência Artificial Generativa. O restante é fruto de reflexão.]