Como é frágil a vida.
As boas vivências,
os momentos mais suaves carregam o dom de se esvaírem,
sob nossos olhos distraídos,
num passe trágico de insuspeita, indesejada magia.
Ainda há pouco estava aqui a leveza,
o terreno firme dos planos,
dos sorrisos confiantes
— já não mais.
Tudo se foi. (Ou quase.)
Resta a incredulidade frente a repentina mudança,
a necessidade imperativa da realidade reposta.
E, por fim, a esperança (querida)
— frágil fio.
A escrita é a grande invenção. Foi a escrita, na verdade, aquilo que transformou um certo ser irracional em humano, esta espécie que domina o planeta para o bem e para o mal. Com a escrita, apenas, este blog se propõe a analisar e opinar sobre alguns dos principais temas da atualidade, no Brasil e no mundo, como qualquer cidadão faz ou deveria fazer. Meu nome é Oswaldo de Mello. Sou jornalista.